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Hacker: o que é e como se tornar um profissional da área - CBSI

Hacker: o que é e como se tornar um profissional da área

Hacker: o que é e como se tornar um profissional da área
Hacker: o que é e como se tornar um profissional da área
De acordo com 24ª edição do relatório de Ameaças à Segurança na Internet (ISTR, na sigla em inglês, Internet Security Threat Report), o Brasil foi classificado em quarto lugar, entre os 157 países analisados, com mais invasões de hackers e crimes virtuais.

A palavra em inglês ainda possui uma ideia negativa de alguém que usa seu conhecimento em informática para roubar informações em qualquer área para pessoas, empresas e até mesmo países. Mas, o que muita gente não sabe é o seu real significado e acaba confundindo muita coisa.

Mas, afinal, o que faz um hacker?

De uma forma geral, o hacker é uma pessoa que elabora e modifica softwares e hardwares de computadores, desenvolvendo novas funcionalidades ou adaptando as que já existem. Ele é o profissional de segurança que utiliza seus conhecimentos para testar as vulnerabilidades de segurança das empresas e faz um diagnóstico para corrigir as falhas. É diferente do cracker, que pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança.

Apesar de o crime cibernético faturar 500 bilhões de dólares por ano, para os próximos anos, os prejuízos por falta de cibersegurança devem chegar a U$ 1 trilhão de dólares no Brasil. Nas infraestruturas críticas, há uma legislação específica (DECRETO Nº 9.573 e Decreto nº 9.637), que obriga as empresas a se adequarem e a seguirem a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Como ser um hacker

Alguns cursos de graduação oferecem uma formação capaz de englobar os conhecimentos necessários para a atuação de um hacker, como é o caso dos cursos a seguir:

Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Ciência da Computação

Engenharia da Computação

Engenharia de Software

Sistemas de Informação

Sistemas para Internet

Segundo o coordenador da pós-graduação em Segurança Cibernética da UniCarioca, André Sobral, o profissional tem que ser muito bom em redes, sistemas operacionais e arquitetura de computadores. Se possível, ter conhecimento de desenvolvimento de software, principalmente Phyton e C.  Depois, fazer uma pós-graduação que tenha foco prático e, a partir daí, começar a atuar na área, supervisionado por um profissional experiente.

É preciso também estar sempre atualizado, participar das sociedades técnicas, fazer as certificações e ter uma formação acadêmica formal. Se for seguir na área corporativa, deve estudar as normas da família ISO 27000. Caso siga algum cargo na área industrial e infraestruturas críticas, será preciso aprender redes industriais e determinísticas, e seguir as normas da família ISA/ IEC 62443.  

Outro ponto importante é que a instituição de ensino e os docentes têm que ensinar ética e deixar bem clara a legislação. “Invadir computadores sem autorização expressa é crime e pode levar o profissional para a cadeia. No caso de cibersegurança industrial, é mais grave. As consequências podem ser perda de vidas humanas, desastres ambientais em larga escala que podem afetar cidades, estados e até países”, alerta André.

Como está o mercado de trabalho nessa área

Nos dias de hoje, a cibersegurança se tornou algo imprescindível e uma ferramenta de defesa e segurança. O especialista nessa área se tornou estratégico para a segurança da informação, e profissionalizá-lo foi o caminho encontrado para o bem-estar organizacional, financeiro e social de pessoas e empresas.

Por força de lei, já é necessário ter um profissional para cuidar da LGPD, assim como na área industrial nas infraestruturas críticas (água, esgoto, petróleo e gás, eletricidade, telecomunicações, setor bancário e saúde). Portanto, o mercado é enorme e precisa de profissionais.

“A Segurança da Informação não é apenas uma necessidade para pessoas e empresas. Quando analisamos os impactos de incidentes de segurança em infraestruturas críticas, como os setores de óleo e gás, eletricidade, água, saúde e outros, é notável a dependência da sobrevida de sistemas computacionais disponíveis e íntegros. Isso possibilita uma visão bastante promissora de mercado de trabalho para profissionais especialistas em segurança cibernética”, destaca o coordenador.

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